Educação para a Prática III
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Conhecimentos de Base Recomendados
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Objetivos
a. Estabelecer relação terapêutica com os utentes;
b. Estabelecer comunicação com os utentes de acordo com o seu nível de compreensão e cultura;
c. Identificar e recolher informação relevante através de meios formais e informais de avaliação;
d. Avaliar e interpretar os resultados da avaliação;
e. Estabelecer diagnóstico e prognóstico;
f. Formular um programa terapêutico;
g. Preparar, executar e avaliar uma sessão terapêutica;
h. Usar técnicas e estratégias específicas de intervenção e avaliação da eficácia;
i. Demonstrar uma postura, voz e fala profissionalmente adequadas;
j. Demonstrar integração numa equipa, cooperar e compreender o papel dos intervenientes;
k. Autoavaliar o desempenho pessoal, profissional e identificar necessidades de desenvolvimento;
l. Demonstrar pontualidade, assiduidade e manter compromissos estabelecidos;
m. Demonstrar proativo;
n. Demonstrar capacidade em lidar com sentimentos e emoções;
o. Demonstrar compreensão, respeito e executar procedimentos administrativos;
p. Demonstrar ética e confidencialidade;
q. Nomear e analisar dados relevantes de um caso clínico demonstrando raciocínio clínico;
r. Inferir criticamente com base em modelos científicos e prática baseada na evidência.
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Métodos de Ensino
Demonstração em contexto real
Estudo de casos
Análise documental
Debate online Interpares
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Estágio(s)
Não
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Programa
I. Adequação de procedimentos ao contexto real de estágio, na recolha de dados da anamnese e avaliação de perturbações da comunicação, linguagem, fala, voz, deglutição e motricidade orofacial
II. Aplicação de raciocínio clínico na recolha de dados da anamnese, avaliação, diagnóstico e prognóstico
III. Adequação e estabelecimento de objetivos terapêuticos SMART
IV. Modelos de intervenção terapêutica, técnicas, estratégias. Modelos de intervenção preventiva
V. Estabelecimento e adequação do plano e programa terapêutico em perturbações da comunicação, linguagem, fala, voz, deglutição e motricidade orofacial
VI. Adequação de registos de sessão SOAP
VII. Importância da interação profissional com cuidadores, educador cooperante e outros profissionais
VIII. Adequação e importância da elaboração de documentos escritos (relatórios, panfletos, brochuras)
IX. Moderação de reuniões de apresentação, análise e reflexão crítica de casos e situações decorrentes da prática clínica
X. Aplicação do raciocínio científico de tomada de decisão - método indutivo e dedutivo
XI. Prática baseada em evidência em patologias da comunicação, voz, linguagem, fala e deglutição
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Demonstração de conteúdos
O objetivo geral das unidades curriculares (UC) de Educação para a Prática é o desenvolvimento de competências nas áreas de intervenção do terapeuta da fala em contexto real de estágio.
A UC Educação para a Prática III pretende promover: exercício de práticas clínicas com diferentes tipos de perturbação em diferentes contextos de intervenção em Terapia da Fala (educação ou saúde/crianças ou adultos) bem como atividades de reflexão crítica e discussão de casos.
Pretende-se que os estudantes desenvolvam: procedimentos e técnicas de seleção, recolha e análise de dados; o estabelecimento de diagnósticos, prognósticos e intervenção terapêutica, recorrendo a conhecimentos teóricos e práticos adquiridos; raciocínio clínico sobre casos observados e apresentados; competências de relação e comunicação terapêutica. -
Demonstração da metodologia
Nesta unidade curricular, o estudante, em estágio, observa o educador cooperante (terapeuta da fala) na intervenção e interação clínica, em reuniões de equipa, visitas a outros departamentos integrantes da instituição em que está a estagiar. Aplica procedimentos e técnicas de intervenção terapêutica ao nível da recolha de dados, diagnóstico e prognóstico; discute e faz autoavaliações com o orientador cooperante relativamente ao seu desenvolvimento pessoal e profissional. No final do estágio espera-se que o estudante tenha sido capaz de observar e intervir de uma forma estruturada em todos os aspetos da organização no serviço, do trabalho de avaliação e intervenção do orientador cooperante e que seja capaz de analisar, fazer deduções e discutir o que foi observado. Pretende-se ainda que discutam, reflitam sobre casos clínicos apresentados, temáticas e tarefas, decorrentes da prática de estágio. O docente/tutor acompanha o aluno ao longo do estágio, orienta o raciocínio clínico, pensamento crítico, análise, discussão e resolução de problemas decorrentes da prática.
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Docente(s) responsável(eis)
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Bibliografia
- Bray, M., Todd, C., & Ross, A. (1999). Speech and language, clinical process and practice. London: Whurr Publishers.
- Dodd, B. (2007). Evidence-based practice and speech-language pathology: Strengths, weaknesses, opportunities and threats. Folia Phoniatrica et Logopaedica, 59(3), 118–129. https://doi.org/10.1159/000101770
- Kamhi, A. G. (2006). Combining research and reason to make treatment decisions. Language Speech and Hearing Services in Schools, 37(4), 255. https://doi.org/10.1044/0161-1461(2006/028)
- Pedinielli, J.-L., & Fernandez, L. (2008). O Estudo de caso e a observação clínica. Lisboa: Climepsi.
- Peixoto, V., & Rocha, J. (2009). Metodologias de intervenção em terapia da fala. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa.
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Detalhes do curso
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Código
LICTF33
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Modo de Ensino
PRESENCIAL
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ECTS
15.0
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Duração
Semestral
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Horas
224h Estágio
32h Orientação Tutorial
